Indy na Marginal – de cima do caminhão

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SP300, a corrida contra o tempo

De cima do caminhãorote (foto do Luc Monteiro)

Desde que anunciaram a realização da corrida da Indy no Anhembi, quatro meses atrás, passei a acompanhar tudo o que acontecia. Como moro próximo ao local, todo dia passava por ali para seguir os acontecimentos.
Estive presente no Sambódromo antes do Carnaval com o Mário Moraes, no dia que a pista foi definida e deu um alagamento monstro na cidade, e vi o traçado ser delineado no “S” do Samba, assim como a Olavo Fontoura já ser reformada. Enquanto muita gente falava que “não dá para ter corrida ali”, eu dizia que teria. E fui espinafrado. Fui chamado de chapa branca pra baixo, mas beleza.
Só que aí a coisa foi tomando forma e a corrida aconteceu. Claro, como todo evento inaugural em um lugar que não foi feito para corridas, problemas aconteceram, mas nada que manchasse a qualidade da prova. Vergonha para São Paulo? De jeito nenhum. As pessoas criticam por não ter capacidade de fazer algo semelhante.
O que achei ruim ali foi a demora das vans para levar ao estacionamento, a evidente falta de locais para o escoamento da água, já que a pista estava cercada de blocos de concreto, e a ausência de locais para os jornalistas verem a prova de perto (só se eles fossem às arquibancadas). De resto, para nós, jornalistas, foi um evento infinitamente melhor que a F-1, pois a internet era boa e grátis (ao contrário da F-1) e tinha até rango quente.
A corrida em si foi espetacular, uma das melhores que já vi. Agora é torcer para que o evento aconteça no próximo ano.

Desde que anunciaram a realização da corrida da Indy no Anhembi, passei a acompanhar tudo o que acontecia. Como moro próximo ao local, todo dia passava por ali para seguir os acontecimentos.

Estive presente no Sambódromo antes do Carnaval com o Mário Moraes, no dia que deu um alagamento monstro na cidade, e vi a pista ser delineada, assim como a Olavo Fontoura já ser reformada. Enquanto muita gente falava que “não dá para ter corrida ali”, eu dizia que teria. E fui espinafrado, chamado de chapa branca, etc. e tal.

Só que aí a coisa foi tomando forma e a corrida aconteceu. Claro, como todo evento inaugural em um lugar que não foi feito para corridas, problemas aconteceram, mas nada que manchasse a qualidade da prova. Vergonha para São Paulo? De jeito nenhum. As pessoas criticam por não ter capacidade de fazer algo semelhante.

O que achei ruim ali foi a demora das vans para levar ao estacionamento, a evidente falta de locais para o escoamento da água, já que a pista estava cercada de blocos de concreto, e a ausência de locais para os jornalistas verem a prova de perto (só se eles fossem às arquibancadas). De resto, para nós, jornalistas, foi um evento infinitamente melhor que a F-1, pois a internet era boa e grátis (ao contrário da F-1) e tinha até rango quente.

A corrida em si foi espetacular, uma das melhores que já vi. Agora é torcer para que o evento aconteça no próximo ano, com as melhorias que a corrida de domingo mostraram serem necessárias.